Para viabilizar o projeto de forma sustentada, ele
foi dividido em duas fases: projeto piloto e projeto de expansão. A
proposta do projeto piloto é a criação de 5 casos pilotos para:
- criar a infra-estrutura e construção inicial do acervo de
soluçõees modelo e de informações de referência que ficarão alocadas no
portal;
- testar e ratificar o modelo proposto entre os atores - prefeituras, empresas e agentes indutores;
- ouvir as prefeituras, conhecer o problema de cada uma e criar soluções de acordo com a sua realidade.
|
|
Ler mais...
|
|
- Workshops de capacitação: dia 1 novembro, em São Paulo, e 2 de dezembro, em Florianópolis.
- Seleção de Atores: de setembro a dezembro de 2005.
- Desenvolvimento de soluções e acompanhamento técnico e estratégico: de agosto/06 a janeiro/07.
- Avaliação da fase Piloto: de janeiro/07 a maio/07.
|
|
|
Seleção dos participantes |
Introdução à Metodologia de Indução Sustentável do Arranjo Institucional Regional
A estratégia chave do Projeto Via Digital é a
regionalização dos Arranjos Institucionais – modo como Prefeituras,
Empresas, Universidades, Comunidade de software livre e Entidades de apoio se inter-relacionam. Assim, optamos por montar
Ecossistemas (Arranjos Institucionais) com atores presentes num mesmo
Estado. Essa opção se deve a três fatores basicamente:
- necessidade de redução de custos de viagem para prestação de serviços por parte das empresas/profissionais, para o caso das margens de lucro inviabilizarem o interesse
dos desenvolvedores;
- opção pela descentralização e capacitação
regional com o incentivo a empresas locais;
- garantir que incentivos governamentais estaduais ao projeto atendam tanto prefeituras quanto empresas de sua jurisdição.
|
|
Ler mais...
|
|
O Ecossistema, portanto, é composto de atores que interagem entre si.
Nossa metodologia visa compor um modelo de caracterização de cada ator,
para que seja composto tanto um modelo do jogo existente, quanto
sugestões de modelos de ação para cada ator. |
|
Ler mais...
|
|
O Via Digital é o desenvolvimento ou prolongamento do projeto FLO-Pref. Seu
papel é gerir a biblioteca de softwares e componentes com os seguintes objetivos:
- Direcionar o desenvolvimento para a médio prazo (por volta de 5 anos)
- Disponibilizar um conjunto de módulos integráveis que dêem conta das
atividades básicas de uma prefeitura;
- Gerir continuamente as atualizações dos módulos;
- Gerir a participação de desenvolvedores (empresas, universidades e comunidades);
- Criar e garantir a padronização dos componentes da biblioteca.
|
|
|
Desenvolvedores de Software Livre |
|
Empresas privadas, Comunidades de desenvolvimento e universidades
Os desenvolvedores podem vir de empresas, de universidades e da própria comunidade de software livre (e ainda das prefeituras). Enquanto as empresas
trabalham em função de remuneração, os outros compõem grupos
de ação espontânea não necessariamente remunerada, orientada a interesses em
conhecimentos específicos e/ou objetivos ideológicos. |
|
|
Para este projeto são prolongamentos do Centro de
Referência e seu papel é:
sensibilizar, capacitar e articular empresas, comunidades de SL e
prefeituras;
representar o Centro de Referência durante a execução do projeto,
monitorando o processo e garantindo o cumprimento do plano de
desenvolvimento. |
|
|