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Migração
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Guias Federais: liberdade e responsabilidade social |
No sítio do Governo Eletrônico, iniciativa do Governo Federal, podem ser encontradas importantes plataformas de referência quando o assunto é administração pública e gestão de informática responsável. Todos os documentos listados abaixo são de suma importância e servem particulamente de alicerce ao se pensar no desenvolvimento de sistemas informáticos municipais. São eles:
- e-PING, que estabelece um conjunto de diretrizes com vistas à inserção de Tecnologia de Informação de maneira interoperável com sistemas de outras instâncias públicas e com o público usuário;
- Guia Livre, documento central do Governo com orientações de migração para Software Livre;
- e-MAG, modelo de acessibilidade do Governo Federal, direcionado à construção de sistemas e facilidades eletrônicas para um público mais abrangente e inclusivo possível.
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Interoperabilidade para a Adoção de FLOSS |
O
artigo Avaliação da Interoperabilidade para a Adoção de Sistemas baseados em Códigos Abertos foi apresentado no VIII Workshop de Software Livre (WSL), evento que ocorreu no VIII Fórum Internacional de Software Livre (FISL). O texto é de autoria de Fernando Antonio Diniz Corrêa, Fábio Rachid da Rocha, Ricardo Choren, Cícero Garcez, do Departamento de Engenharia de Sistemas do Instituto Militar de Engenharia (IME).
Resumo:
A inexistência de recursos que auxiliem na tomada de decisão em
relação à adoção de sistemas que ofereçam suporte ao processo de
desenvolvimento de software, impede um maior direcionamento do usuário em
relação aos requisitos a serem atendidos. Associado a isto, cresce bastante a
variedade de softwares livres oferecidos diariamente na internet e o número
de interessados em relação ao seu uso e qualidade. Neste trabalho,
apresentamos uma proposta de modelo que aplica o estudo da
interoperabilidade como mecanismo orientador da escolha das ferramentas a
serem utilizadas no processo de desenvolvimento de acordo com as
necessidades do usuário e do escopo do projeto.
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Softwares equivalentes: Livres X Para Windows |
Neste endereço (em inglês), é possível encontrar uma extensa tabela de softwares equivalentes em funcionalidade nas plataformas Windows e GNU/Linux. Essas informações são de grande valia para usuários (indivíduos e ou organizações) que pensam em migrar de um ambiente proprietário (Windows) para um respectivo livre (GNU/Linux), mais precisamente auxiliando no mapeamento de soluções de uma plataforma para outra e que sejam correspondentes em recursos. O projeto, coordenado pelo polonês Valery V. Kachurov, data aparentemente de 2003 (pelo menos, a primeira atualização do endereço citado é de 2003).
Para ajudar na atualização do sítio (adicionando ou corrigindo eventuais problemas nas informações existentes), basta enviar um e-mail para <winlintable--em--linuxrsp.ru>.
Nota: uma versão mais reduzida dessa tabela foi produzida pelo Projeto Software Livre Bahia (PSL-BA) e pode ser vista aqui.
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O artigo "Migração Planejada", publicado na Revista Linux Magazine (Editora Linux New Media do Brasil), n. 28, de março de 2007, pode ser encontrado também neste post do Dicas-L de 07 de maio de 2007. Corinto Meffe e Daniel Darlen, respectivamente Gerente de Inovações Tecnológicas da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento e Coordenador de Infra-Estrutura da Coordenação-Geral de Informática do Ministério do Trabalho e Emprego, respondem pela autoria desse texto.
Nele, são discutidos pontos importantes inerentes aos processos de migração de infra-estrutura tecnológica em organizações. O enfoque é em problemas possíveis que podem causar insucesso nesta empreitada, tomando como base experiências realizadas (ou em andamento) no próprio âmbito do Governo Federal brasileiro (aliás, os autores deste texto em sua época de publicação são representantes do Governo Federal). São tópicos especialmente mencionados: (i) Plano de Migração (conceito, importância e como fazer) e (ii) Sistemas Legados (conceito, classificação e algumas soluções para atacar o problema).
Veja o texto aqui na íntegra:
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Mannheim opta por Linux para adotar padrões abertos |
Direitos de cópia (c) Wagner Saback Dantas, 2007. Alguns direitos reservados. Licenciado de acordo com a "Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil".
A prefeitura de Mannheim, Alemanha, em dezembro de 2005, conforme relata a ZDNet britânica iniciou o seu processo de migração de infra-estrutura de TI para aplicações FLOSS com o objetivo de implantar padrões abertos nos processos de sua administração. Além do Linux, o projeto optou por aplicativos que reconhecidamente manipulam formatos abertos como o OpenOffice.org, que trabalha com o formato Open Document (ODF), um padrão ISO para arquivos manipulados por aplicativos de escritórios (editores de texto, planilhas eletrônicas, etc.).
O trabalho de re-adaptar as ferramentas tecnológicas empregadas na burocracia municipal (145 aplicativos no total) para a plataforma Linux custará uma cifra de milhões de euros segundo informou o seu departamento de TI. E será gradativa: para que todo o parque informático da máquina burocrática -- cerca de 3500 estações de trabalho espalhadas por 40 departamentos -- seja contemplado, a migração completa deverá durar até o ano de 2009. Em um passo inicial, a prefeitura iniciou o uso de OpenOffice.org em Windows, além de um programa de auxílio e incentivo oficial aos seus funcionários através de atividades coletivas, suporte e entrega de cópias do OpenOffice.org para uso em casa. Segundo a fonte citada, a decisão de migração neste caso não foi influenciada fortemente por questões de custo.
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Parlamento francês usará FLOSS a partir de 06/2007 |
Direitos de cópia (c) Wagner Saback Dantas, 2007. Alguns direitos reservados. Licenciado de acordo com a "Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil".
Desde novembro de 2006, o parlamento francês já ensaiava uma migração de sua plataforma baseada em Windows para soluções FLOSS, o que incluia uma mudança para o sistema operacional Linux e aplicativos de produção como o OpenOffice.org e o navegador de Internet Firefox (ver informações neste artigo da Zdnet e do Slashdot). Até então, não estava decidida qual distribuição Linux usar. Em março de 2007, foi publicada a notícia de que a solução empregada será Br-linux, Slashdot, e o próprio sítio do Ubuntu,. Dentre os motivos apontados, está a economia de custos, especialmente para a população, principal fonte pagadora de impostos para o governo, e o maior controle sobre a tecnologia por parte do parlamento. A migração será a primeira feita pelo setor público francês no âmbito de PCs e abrangerá as estações de trabalho dos parlamentares propriamente e de seus assessores, totalizando 1154 máquinas.
A iniciativa francesa segue a linha conceitual do projeto de migração de estações de trabalho para Software Livre na prefeitura de Munique, Alemanha. O projeto é apelidado de LiMux e iniciou efetivamente no ano passado. A estimativa da migração alemã, prevista em uma ou duas fases, sendo um estágio intermediário caracterizado pelo uso do OpenOffice.org ainda em ambiente Windows em cerca de 14000 PCs, é transpor toda a plataforma tecnológica da administração municipal para Software Livre (baseado no Sistema Debian GNU/Linux) até meados de 2009, segundo informa a ZDnet britânica. O custo total estimado está em cerca de US$ 44,6 milhões. |
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